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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

1a Rodada: Copa Futsal 2017

Prezados Torcedores Responsáveis,

Rufem os tambores! Preparem o coração! Vai começar a Copinha 2017, em sua décima primeira edição! Logo abaixo as partidas da primeira rodada. Confira a equipe do seu craque!



Equipes do Clube Militar | Chutebol:


Categoria sub-8
Irlanda: [Eduardo Cauduro, Daniel Holck, Caio Lacativa, Henrique Bahiense, Pedro Naliato, Daniel Baptista, Pedro Brotas.]

Sérvia: [Felipe Gomes, Felipe Lopes, Martim Venturin, Pedro Vieira, Francesco Bellintani, Gabriel Junqueira, Lucca Bertoletti.]


Categoria sub-10
Suíça: [Bernardo Pessanha, Yuri Nacht, João Pedro Pinho, João Pedro Sloboda, Lucas Bond, Pedro Futura, Ravi Igreja, Fellipe Bastos.]

Espanha: [Gabriel Junqueira, Bento Cabral, Arthur Storino, Diogo Gavinho, Pedro Porto, Pedro Burlamaqui, Pedro Barreto, Nicole Bianchini.]

Itália: [Luca Marques, Rafael Garrido, Miguel Mexas, Daniel Matta Moura, Caetano Gonzales, Gabriel Brakarz, João Caminha, Pietro Bellintani.]


Categoria sub-12
Argentina: [Felipe Cukier, João Naliato, Lucas Mendes, João Victor Paraiso, Vicente Lisboa, Gabriel Arcalji, Luiz Fernando Ribeiro.]

EUA: [Yan Martorelli, Rafael Austin, Dante Ferreira, Felipe Ripper, Pedro Pereira, Gustavo Havas, Joaquim Zuccolotto.]

Equador: [Gustavo Marcolino, Antonio Nery, Rafael Protasio, Gustavo Portela, Lucca Borges, Vicente Flaksman, Frederico Martins.]


Categoria sub-14
Polônia: [Bernardo Pessoa, Rafael Martins, Matias Sussekind, Murilo Lucena, Thiago Bacellar, Vicente Ferran José Hermeto.]

Rússia: [Pedro Henrique Cardoso, Vinicius Barros, Bernardo Pimentel, Hugo Ferreira, Gustavo Dullens, Matheus Arantes Luiz Fernando Ribeiro.]

Costa do Marfim: [Vicente Barone, Antonio Gonçalves, João Pedro Drummond, João Pedro Outeiral, Antonio Lacombe, João Victor Terra, Enzo Orletti]



Jogos da 1a Rodada:

SÁBADO [26 de Agosto]:
15h = Espanha x Inglaterra (sub-10)
15h30h = Polônia x Japão (sub-14)
17h = Suíça x Grécia (sub-10)
17h30 = Itália x Alemanha (sub-10)


DOMINGO [27 de Agosto]:
10h = Irlanda x Camarões (sub-8)
10h30 = EUA x Uruguai (sub-12)
11h30 = Rússia x Austrália (sub-14)
12h = Equador x Chile (sub-12)
12h30 = Sérvia x México (sub-8)


*Todos os jogos acontecem no Clube Militar. 
**Comparecer com o uniforme da respectiva equipe/país, 15 minutos antes do horário previsto.



O momento da competição é muito importante na metodologia do Chutebol. É fundamental contar com o apoio das famílias! Neste momento, a fantasia toma conta e assumimos lugares distintos: o aluno vira jogador; o professor vira treinador; e os familiares e amigos viram torcedores!!

Então leve sua alegria, seu espírito esportivo e venha torcer pelos nossos craques! Perdendo ou ganhando, é como eles dizem: "Tamo junto!"

Aquele abraço, saudações esportivas e até lá!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Registro: II Torneio Chutebol Feminino

O Projeto Chutebol tem a alegria de apresentar o registro do II Torneio Chutebol Feminino!
As fotos estão no link abaixo:


1o Lgar: Gurilândia 1
2o Lugar: Clube Militar / Chutebol 1
3o Lugar: Clube Militar/ Chutebol 2
4o Lugar: Gurilândia 2

***

Em jogos de ótimo nível, as meninas apresentaram toda sua gana e disposição, com variações táticas, lances de habilidade e tudo o que se espera num torneio de qualidade. 

O Chutebol apoia o futsal feminino com todo entusiasmo, na expectativa de que outras instituições se juntem a nós - e agradecendo a parceria do clube Gurilândia!

Até a próxima!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Desejo & aprendizagem

Acontecia um jogo amistoso destes contra outras escolinhas, e o jogador mirim, ali pelos dez anos de idade, mostrava uma desenvoltura que chamou a atenção: "Olha como o futebol do fulaninho melhorou!" - comentou, feliz, o professor da turma. Escutei e assenti com a cabeça, o menino estava arrebentando. Eu não dou aula para a turma do fulaninho, mas sei que está conosco há três ou quatro anos, acompanho sua evolução e, não à toa, lembrei-me de uma conversa que pude ter com seu pai, tempos atrás.


Papai se mostrava curioso e até espantado. O menino, aparentemente, não levava muito jeito pra coisa, enrolava um pouco as pernas. Mas, desde que começou a treinar, não parava mais de chutar a bola. Em casa, na escola, no parque, pra lá e pra cá, aquela coisa de chutar latinha na calçada. No clube, horas a fio. "Me fez até ir ao estádio". Enfim, pelo que pude entender, à época, o pai não era um fissurado por futebol, daí sua curiosidade e seu espanto: mesmo desengonçado, a vontade empurrava o filhote de um jeito que a família não imaginara.

O que chama a atenção nestas duas passagens é um encontro. O encontro do desejo com a aprendizagem.

A curiosidade infantil é motor de sua relação com o mundo. A criança pequena, desde muito cedo, assim que pode engatinhar e andar, se distanciando fisicamente da mãe e/ou dos cuidadores, avança sobre os objetos na tentativa de dominá-los, domá-los. É uma agressividade benfazeja, na medida em que possibilita ao sujeito, mais tarde e se tudo correr razoavelmente bem, assumir um lugar no mundo, próprio, pessoal e intransferível. Todos nós precisamos ter a ilusão de que controlamos algo em nossas vidas. 

Neste percurso, que comporta idas, vindas, limites e desacertos, algo muito importante precisa ser preservado e suportado pelo adulto: a espontaneidade da criança. Pois é a partir deste sentimento que a pessoa consegue - via curiosidade e agressividade acima mencionadas - criar e sustentar seu mundo pessoal, sua maneira de viver. Essa criação e sustentação de um mundo pessoal é, precisamente, aquilo que empresta sentido à vida de cada um. 

Tudo isso para voltar ao menino da história.

O que leva uma criança inicialmente desajeitada, com um pai e/ou famíia que não é apaixonado pelo esporte, começar a jogar futebol a ponto de impressionar os adultos à sua volta? Se eu precisasse responder numa palavra: desejo.

A demonstração de vontade, que o fulaninho expressa na fissura que se instaurou nele, diz de alguém que tomou o futebol como um projeto pessoal. Uma vontade tremenda em atuar sobre o mundo, e isso pode ser feito de inúmeras maneiras; o futebol é uma delas. No entanto, neste caso, a identificação com o esporte não veio de casa - precisou ser construída. E, se chegou a ser bem-sucedida, é porque o aluno pôde usufruir de sua espontaneidade na maneira de apropriar-se do jogo.

Quero dizer com isso que as aprendizagens puramente mecânicas não podem alcançar tamanho impacto na vida de uma criança. O que não significa que a disciplina, os exercícios e a técnica de jogo devam ser menosprezados. Em absoluto. Mas a parte dura, mecânica, só ganha sentido e intensidade se tiver por base o desejo de aprender. Desejo dela, criança (não só do adulto, como é bastante comum). Desejo este que será tão mais favorecido quanto o ambiente puder suportar a espontaneidade e o caos das brincadeiras infantis. É ali que a criança estrutura seus projetos, com acertos e fracassos. 

A aprendizagem significativa é resultado de uma busca pessoal, sem a qual ela perde o sentido. Essa busca diz, nos primórdios, de uma curiosidade infantil suficientemente potente para mover o sujeito, de corpo e alma, em direção a alguma coisa que o despertou. Cabe a nós facilitarmos o processo.

O menino da história construiu, porque buscou, um mundo imprevisto: o mundo do futebol. E o pai, que não é bobo, entrou nele, quando convidado. Retribuiu com um olhar generoso ao desejo do filho. Que, por sua vez, devolve esta mesma generosidade apresentando um belo futebol. 

A tabelinha está boa, vem mais gol por aí.

Aquele abraço, saudações esportivas

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Pra que te quero

As férias oferecem a chance de uma relação um pouco diferente com o tempo.


O tempo da infância não é - ou não deveria ser - o mesmo tempo do tempo adulto. 
O da adolescência, também não.


Na briga infindável na qual nos metemos, entre o tempo cronológico e o tempo subjetivo, as férias ajudam a gente a lembrar (e a viver) o tempo que não é contado no relógio.


Talvez as férias sejam, em si, uma oportunidade para fazer as pazes com o tempo.
Quando, cansados de enfrentá-lo, suplicamos: "Vem jogar no meu time!"

O tempo vira um amigo, um amigo que a gente não vê.

Acho que a gente só vê o tempo quando ele fica fantasiado de adversário.
Estamos sempre de olho.

Por outro lado, perder o controle do tempo é jogar no time dele.
Os adultos destas fotos, que o digam.

Férias, pra que te quero?

Aquele abraço, saudações esportivas